Com Assessorias
Até o dia 8 de agosto, mais de 20 mil representantes de governos, sociedade civil e especialistas no enfrentamento ao HIV se reúnem na Cidade do México durante a 17ª Conferência Internacional de Aids. Esta é a primeira vez que a conferência acontece na América Latina.
O evento, que é bianual, é uma oportunidade para a apresentação de pesquisas científicas e troca de experiências sobre os desafios da resposta global à epidemia.
O Brasil é representado por integrantes do Programa Nacional de DST e Aids (PN - DST/AIDS) do Ministério da Saúde, e por representantes dos Ministérios da Educação, Relações Exteriores e a Secretaria Especial de Políticas para a Mulheres, além de pesquisadores e ativistas da sociedade civil.
A conferência ocorre dias depois do lançamento do Relatório sobre a Epidemia Global de Aids 2008, do UNAIDS, que aponta que os esforços de prevenção começam a dar resultados. Segundo o documento, desde 2001, as novas infecções pelo HIV diminuíram de 3 milhões para 2,7 milhões em 2007 [variação 2.6 – 3.5 milhões]. Apesar desse avanço – ressalta o UNAIDS – a epidemia não acabou em nenhuma parte do mundo.
O relatório considera o Brasil um exemplo, não só na prevenção como também no tratamento da doença. O país foi um dos primeiros a estabilizar o número de infectados pelo HIV. Os principais elogios se referem ao acesso ao tratamento e aos insumos de prevenção.
Informações completas sobre a conferência estão disponíveis no site: http://www.aids2008.org/.
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