Hoje, 18 de setembro, Criola, uma instituição da sociedade civil sem fins lucrativos voltada para o trabalho com mulheres, adolescentes e meninas negras no Rio de Janeiro, realizará um diálogo entre especialistas para análise e validação de uma proposta de instrumento de enfrentamento da vulnerabilidade de adolescentes negras ao HIV e à aids.
A atividade faz parte do projeto Adolescentes Negras, HIV/AIDS e advocacy: construindo metodologias, desenvolvido em parceria com UNICEF, quepretende criar e implementar uma metodologia de trabalho em educação e prevenção em HIV e aids para adolescentes negras de baixa-renda da região metropolitana do Rio de Janeiro.
A idéia é que essa metodologia incorpore a interseção de raça, gênero e situação social, priorizando ações que contribuam para a redução da vulnerabilidade das jovens à epidemia. Para realizar esse objetivo, diferentes ações têm sido empreendidas em diálogo com jovens negras, com profissionais de diferentes áreas e com gestores.
“Agora é a vez de especialistas dialogarem sobre o que vem sendo discutido com as próprias jovens”, explica Fernanda Lopes, Assessora do UNFPA, Fundo de População das Nações Unidas, na área de saúde sexual e reprodutiva, que foi convidada a participar e contribuir com o diálogo.
Durante os últimos quinze anos, a ONG Criola alcançou diretamente aproximadamente cinco mil mulheres, adolescentes e meninas com suas atividades, cujo objetivo é a instrumentalização destas para o enfrentamento do racismo, do sexismo e da homofobia.
Serviço:
Enfrentamento da vulnerabilidade de adolescentes negras ao HIV e à aids
Diálogo entre Especialistas
Data: 18 de setembro de 2008
Horário: 9 às 17 horas
Local: Avenida Rio Branco, 135, 60 andar - Centro, Rio de Janeiro. |