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UNFPA e Secult articulam ações de promoção de direitos em unidades escolares frequentadas por jovens que cumprem medidas socioeducativas

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Com o intuito de discutir estratégias para a formação de educadoras e educadores que atuam junto a cerca de 300 jovens em situação de vulnerabilidade, Fernanda Lopes, Oficial de Programa em Saúde Reprodutiva e Direitos do UNFPA, Fundo de População das Unidas, se reuniu na terça-feira (14), com representantes da Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (Secult) e gestoras das escolas municipais onde estão instaladas as Comunidades de Atendimento Socioeducativo (Case) de Salvador e do CIA (Simões Filho), ambas da Fundação da Criança e do Adolescente do Estado da Bahia (Fundac).

Com o intuito de discutir estratégias para a formação de educadoras e educadores que atuam junto a cerca de 300 jovens em situação de vulnerabilidade, Fernanda Lopes, Oficial de Programa em Saúde Reprodutiva e Direitos do UNFPA, Fundo de População das Unidas, se reuniu na terça-feira (14), com representantes da Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (Secult) e gestoras das escolas municipais onde estão instaladas as Comunidades de Atendimento Socioeducativo (Case) de Salvador e do CIA (Simões Filho), ambas da Fundação da Criança e do Adolescente do Estado da Bahia (Fundac).

Durante encontro na sede da Secult, em Brotas, que contou com a participação de Rosa Amparo e Cândida Moraes, ambas da Coordenadoria de Ensino e Apoio Pedagógico, responsáveis pelo segmento do sexto ao nono ano do ensino fundamental e educação de jovens e adultos, respectivamente, e as diretoras das escolas municipais Carlos Formigli (Case Salvador) e Yves de Roussan (Case CIA), Ilçara Giffone e Lucimar Melo, foi apresentada a experiência do projeto “Promovendo Direitos de Jovens: Cultura e Saúde Sexual e Reprodutiva em Salvador”, implementado no bairro Sussuarana, em 2010, e discutida a possibilidade de o projeto ser adaptado às necessidades de jovens das Cases.

“Como as Comunidades funcionam em duas escolas da prefeitura, Rosa do Amparo, que integra o GT de Cooperação Técnica entre o UNFPA e a PMS, entrou em contato conosco e falou sobre o “Promovendo Direitos de Jovens”, comentou que poderíamos fazer algo semelhante nas unidades socioeducativas. Inicialmente pretendemos capacitar os professores e professoras e depois os alunos e alunas, que são ‘clientela flutuante’, por cumprirem medidas de internação em períodos provisórios”, disse Lucimar Melo.

Ainda segundo a coordenadora do Case/CIA, os educadores e educadoras, assim como os demais colaboradores e colaboradoras, são considerados ‘clientela permanente’ e precisam ser formados/as para atuar como multiplicadores. “Essa parceria será excelente, pois precisamos de instrumentos e técnicas para atuar junto a essas Comunidades”, ressaltou. Inicialmente, apenas estudantes do 6º ao 9º ano, entre 14 e 20 anos participarão das atividades. A previsão é que as atividades sejam iniciadas ainda em agosto deste ano.

Sensibilidade nas abordagens

Fernanda Lopes destacou ainda a importância do cuidado no tratamento dos temas: “Nossa abordagem é baseada nos direitos, contudo, as e os jovens que estudam nestas unidades estão em uma situação transitória, onde alguns dos seus direitos não são garantidos, por isso a importância estratégica de iniciar investindo na formação de educadoras, educadores e outros colaboradores. Podemos contribuir para que o acesso a informação e a construção de habilidades para a vida sejam uma realidade para estes e estas jovens”.

* Por Midiã Santana

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