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Fundo de População da ONU celebra formatura de projeto de empoderamento de pessoas trans

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O UNFPA participou da segunda edição do Trans-Fomação com o acolhimento e mentoria a um dos jovens trans, oferecendo sessões de coaching e imersão às atividades do escritório

2Transformacao Formatura 03 07 2018 WebertdaCruz 37 min 1

Yves Sassenrath e Rafael Duarte na cerimônia de certificação da segunda edição do Projeto Trans-Formação (Foto: UNFPA Brasil/Webert Cruz)

 

Com o intuito de apoiar jovens no desenvolvimento de seu potencial e projeção do futuro, o projeto Trans-Formação, da ONU Brasil, formou sua segunda turma nesta terça-feira (3). O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) foi uma das agências que apadrinhou um dos participantes, oferecendo sessões de coaching. O estudante Rafael Duarte, de 19 anos, foi supervisionado pelo representante adjunto do UNFPA no Brasil, Yves Sassenrath.

A iniciativa reuniu pessoas trans do Distrito Federal e do entorno em encontros para debater temas como identidade de gênero e desigualdades, políticas públicas, empregabilidade, participação social e autocuidado entre ativistas. Implementada pela ONU Brasil, no marco da campanha “Livres & Iguais”, a Trans-Formação foi concebida para promover o empoderamento de uma nova geração de pessoas trans.

Além dos encontros, a 2ª Trans-Formação contou com um Programa de Mentorias, onde os e as participantes foram colocados em contato com pessoas de diversas áreas do conhecimento e atuação institucional. Durante o projeto, Rafael, que é estudante de Relações Internacionais da Universidade de Brasília (UnB), fez uma imersão na rotina do UNFPA e conheceu todas as áreas programáticas do escritório em Brasília. Ele conta que o contato com um organismo internacional abriu as portas para conhecer sua área de atuação. “O mais importante foi entender como o diplomata precisa ser versátil, prestativo e ambicioso. Eu quero seguir com a área de Direitos Humanos e ver como se estrutura a organização foi fundamental”, relata o jovem.

Segundo Sassenrath, considerar a população trans ao formular políticas públicas é fundamental para garantir que os avanços alcancem os mais diversos grupos sociais. Para ele, apadrinhar o Rafael foi uma oportunidade de aprender. “A experiência de dois anos de Trans-Formação só reforça os ideais das Nações Unidas. Ao adotarmos a Agenda 2030, compramos o desafio de não deixar ninguém para trás. Ser mentor do Rafael foi, para mim, uma grande oportunidade. Nós trocamos muitas experiências sobre a vida profissional”.

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